Cerveja Schneider Weisse TAP 1 500ml

  • Origem
  • Estilo
  • Amargor
  • Teor Alcoólico
  • Validade:
  • Dica do beer sommelier

    • Infos
    • Sobre a Marca
    • Avaliação
    • Curiosidades
    • Vídeos
    • Premiações

    Informações do produto

    marca



    Deixe sua avaliação

    curiosidade

    video

    premio

    “A cerveja artesanal Schneider Weisse TAP 1 Mein Blondes, cuja tradução ao pé da letra é ‘minha loira’, é uma cerveja de trigo não filtrada e não pasteurizada. Elaborada segundo a Lei da Pureza de 1516, apresenta coloração de mel e turbidez aparente característica das cervejas de trigo. Sua espuma é densa e persistente. No aroma e no paladar, se destacam notas de banana e cravo da Índia. Uma cerveja bem frutada no nariz e na boca, muito refrescante e aveludada para ser degustada em grandes goles!”

    Indicação do Beernauta

    Preço Sócio Club22,49

    Informação do Produto

    Olhodourada, turva, boa espuma
    Narizfrutado, banana, especiarias, cravo
    Bocafrutada, encorpada, doce, maltada, baixo amargor
    IngredientesÁgua, malte de cevada, malte de trigo, lúpulo e levedura
    HarmonizaçãoLagosta, salsicha de vitela, queijo brie
    Indicação do Beer SommelierComida oriental
    Temperatura de Serviço4 - 6º
    OrigemAlemanha
    Dica do Beer Sommelier“A cerveja artesanal Schneider Weisse TAP 1 Mein Blondes, cuja tradução ao pé da letra é ‘minha loira’, é uma cerveja de trigo não filtrada e não pasteurizada. Elaborada segundo a Lei da Pureza de 1516, apresenta coloração de mel e turbidez aparente característica das cervejas de trigo. Sua espuma é densa e persistente. No aroma e no paladar, se destacam notas de banana e cravo da Índia. Uma cerveja bem frutada no nariz e na boca, muito refrescante e aveludada para ser degustada em grandes goles!”

    Características do Produto

    Teor Alcólico5,2% ABV
    AmargorBaixo
    EstiloWeizen
    TipoTrigo
    Cerveja por corDourada
    Data Validade20/06/2019

    Sobre a Marca

    Informações sobre a MarcaA schneider nasceu em um época onde as cervejas de trigo estavam saindo de moda. Após passar por 200 anos de monopólio sob o direito de produzir cervejas de trigo, o estilo Weissbier foi salvo por Georg Schneider. Ele foi o primeiro empresário a adquirir uma licença dos governantes bávaros. Durante a II Guerra Mundial, a cervejaria Schneider sofreu sérios danos e transferiu sua produção para Kelheim. Em 2007, foi a primeira cervejaria alemã a fazer cerveja em parceria com Garret Oliver, da Brooklyn Brewery. Desta saiu uma Doppelbock com dry hopping, que entrou no portifólio como Tap 5 – Meine Hopfenweisse. A cervejaria também faz testes de envelhecimento em barril e costuma lançar edições especiais.